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O processo da escrita

Resolvi finalmente começar a faxina nos Favoritos do meu navegador. Faz alguns anos que deixei de salvar de maneira organizada meus links, mas continuo com todas as pastinhas amarelas aparecendo embaixo da caixa de navegação. Por alguma razão desconhecida, elas ornam a tela que olho há mais de dez anos. São como pequenos móveis cheios de bibelôs, aquelas pequenas coisinhas que talvez não tenham mais serventia ou estejam até quebradas, mas que… continuam ali.


No meio desses móveis lotados de bibelôs, comecei uma viagem no tempo para dentro de mim mesma. Abas como “mestrado”, “blogs” ou “compras” tornaram-se inutilizadas com o tempo, cada qual com uma razão muito específica. O mestrado findou-se em 2014, os blogs entraram em desuso — e até estão voltando à moda — e a pasta de compras virou a lista de desejos no site do Bezos. Sim, infelizmente. Para não dizer que não tentei resistir, também tenho uma pastinha na outra rede mais fofinha ao lado — pinterest.


Entre links quebrados, sites fora do ar, blogs que sumiram (sofri bastante nessa parte), encontrei algumas joias raríssimas que resolvi continuar guardando. Colei em uma nova casinha virtual, dessa vez num arquivo do Scrivener para compor alguma newsletter futura, seja em forma de indicação de links ou participando do meu processo criativo inspirando a escrita. Uma dessas joias me deu o empurrão para este texto que lhes escrevo. O post original segue aqui e abaixo eu faço a minha adaptação.



  1. No que estou trabalhando atualmente?

  • Organização quinzenal da newsletter paulamaria te escreve;

  • Organização do primeiro ebook com textos de ficção.

2. Como meu trabalho se diferencia de outros autores?

  • Gosto de ser muito honesta em minha escrita e não tento ser impessoal. Sei que não estou sozinha nessa pegada, então talvez eu mais me aproxime de quem admiro do que me diferencie. Cada um tem sua jornada e tem lugar pra todo mundo.

3. Por que eu escrevo o que escrevo?

  • Por necessidade de organização emocional, primeiramente. A escrita aparece lá atrás, desde a infância, como lugar seguro de expressão sentimental e tem sido uma boa e fiel companheira nessa jornada;

  • Entendi que escrever o que escrevo produz conexão com pessoas e estar em conexão com elas produz sentido de vida e potência para mim.

4. Como é meu processo individual de escrita?

  • Anotar uma ideia, pesquisar, juntar pedaços e escrever. Ainda estou delineando como é meu processo enquanto experimento escrever mais e mais. Caminhar se faz caminhando.

Que tal responder essas perguntas também?

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